sexta-feira, 15 de junho de 2012

Show no Engenho Novo

        
          No dia 09/06 estive cantando no Engenho Novo zona norte do Rio de Janeiro, foi um tempo ótimo (apesar da chuva) para todos os presentes. Pude conhecer um pouco do trabalho que esta sendo feito pela Igreja Batista da Amizade em sua comunidade e ter certeza que a igreja de Cristo de fato não se vendeu, esta limpa e bela diferente de "coisas" que erroneamente chamamos de igreja. 


          Além de rimar tive a oportunidade de testemunhar sobre o que o Pai fez na minha vida, quem eu era e o que sou hoje, ninguém. Apenas um instrumento nas mãos do Criador pronto para ser usado. Depois da ministração contemplei alguns sorrisos, testemunhos, palavras de incentivo e choros, como é bom ver a nossa mensagem alcançando o coração das pessoas, fazendo com que elas venham a refletir sobre a sua vida, e gerando um inconformismo com a realidade.


Espero poder estar com os irmãos mais vezes.


#SOMOS1




FOTO POR:
Fabiano D`Araujo

A Alternativa dos Alternativos

Entrevista cedida ao site: LADRÕES DE CORTINA



Ladrões de Cortina: Frente ao conservadorismo tradicional das Igrejas, têm surgido novas alternativas de prestar culto a Deus independente do formato. Ministérios alternativos surgiram em diversos cantos do Brasil. Como você se posiciona diante desse fato?

Jonathan Híbrido: É um fato que, desde a criação, o plano de Deus é a comunicação com os seus filhos, e esse objetivo sempre fez com que Ele usasse da sua multiforme graça para se comunicar de forma que fosse entendido. Então vejo esse movimento como uma das formas de Deus se fazer entendido, ensinando doutrinas primitivas com uma nova identidade. Não é uma nova igreja, também não é uma volta à igreja primitiva, é a mesma igreja preservando os princípios fundamentais da fé cristã: comunhão, oração, partir do pão, doutrina dos apóstolos, fé, arrependimento, santidade. Qualquer coisa que fuja disso nem deveria ser chamado de igreja.

LdC: Os ministérios alternativos cristãos são destinados à evangelização de tribos urbanas e marginalizados sociais. O alvo principal é a juventude urbana que não se encaixa nos moldes da cultura dominante. Você, junto com o ministério PinGODagua, se inclui nessa proposta?

JH: Na verdade não. Nosso objetivo é ensinar "toda criatura" a amar a Deus acima de todas as coisas, independente de sua identidade, e usar seus dons para pregar as boas novas. não temos foco em um determinado grupo, pois a Palavra do Espirito que nos foi dada é cuidar de todos que Deus enviasse, então é isso que fazemos. Não queremos ser um gueto e sim um povo. A igreja não é um local para que as pessoas se sintam confortáveis, nesse caso, por não ter ninguém olhando torto para elas, mas um lugar onde todos serão confrontados nos seus pecados, como a intolerância e o “faccionismo”. Ou seja, todos precisam ser abraçados:tribos urbanas, mendigos, pais, avós, classe A, B ou C. O objetivo do PinGODagua é ser uma igreja pra a família.

 LdC: Uma das bandeiras levantadas pelos militantes do movimento cristão underground, é o fato de que Jesus foi um indivíduo marginal, que vivia à frente de sua cultura e convivia com maltrapilhos e discriminados pela sociedade. Considerando essa verdade, qual o principal motivo da intolerância contra grupos alternativos dentro da igreja?

JH: Na verdade, essa intolerância não começa dentro da igreja, mas no meio da sociedade em que vivemos. Esses valores vêm como uma bagagem num fundo falso de quem diz que deixou o mundo pra trás. Contudo, se percebe que não é bem assim quando as opiniões pessoais e preconceitos ainda são visíveis excluindo pessoas e tomando a frente do "amar o próximo como a si mesmo". Jesus não vivia só no meio de maltrapilhos e marginalizados. Maltrapilhos não fazem festas de casamento, não davam banquetes, não tinham exércitos. Muitos nem tinham um sepulcro pra enterrar seus entes queridos. Jesus andava no meio da sociedade. Por outra via tem um grande problema no movimento underground cristão quando os mesmos são tudo que eles próprios reclamam. Mais uma denominação, mais uma igreja “faccionista” que exclui o corpo tanto quanto foram excluídos; reproduzem a mesma intolerância que viviam no mundo, contra a "sociedade", mas agora direcionam à chamada igreja institucional. Se não amarmos a igreja que nos resgatou do mundo, mesmo com seus defeitos, e não fizermos o possível para restaurá-la, estaremos cometendo os mesmo erros.


LdC: No início do Séc. XX ainda havia resquícios do tradicionalismo europeu no meio religioso. A música, as vestes e a estética de devocional era bastante diferente do que se pode ver nas Igrejas de hoje. O rap, o rock (em todas as suas vertentes), o reggae, dentre outros estilos já podem ser ouvidos dentro de alguns templos, algo que seria absurdo há alguns anos atrás. Como você identifica essa transição?

JH: Jesus advertiu o povo para que orássemos por mais ceifeiros, devido a grande ceara. Glória a Deus que o principio foi entendido e por isso, hoje, estamos aqui com uma identidade diferente, estilos diferentes, formas diferentes, mas pregando o mesmo evangelho. Penso que essa abertura é um entendimento dessa verdade, uma aplicação de que todos os povos precisam ser alcançados e ninguém melhor para fazer isso do que irmãos que foram vocacionados. Vejo como cooperação mútua: o corpo servindo ao corpo. E, a partir do momento em que essas pessoas são alcançadas, elas também têm suas formas de expressão que glorificam o nome de Deus. Isso tem de ser manifesto para que o ciclo não pare.
  
LdC: Você identifica algum perigo nessa nova fase da Igreja, onde a existência dos grupos alternativos é manifesta com maior liberdade?

JH: O perigo está na igreja de hoje se afastar da igreja que nos alcançou. O Corpo está se estendendo, não se separando. Temos que cuidar de uma igreja frágil, pois seu período de vitalidade já passou, contudo continua sendo Corpo e, por mais idosa que esteja, ainda dá frutos. O seu modelo arcaico nos inspirou com suas histórias de vitória. Se contribuirmos com o mundo a destruir nossos patrícios e não cooperarmos para que ela continue dando frutos, aí sim fracassaremos. 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Apostolo Jonathan Hibrido


No dia 1 de Janeiro de 2011, Deus falou comigo sobre uma restauração ministerial que aconteceria sobre Sua igreja, esse foi o tema de muitas ministrações aqui na comunidade, e em cada uma delas eu via Deus distribuindo o que a Bíblia chama de dons, talentos, e ministérios, todos eles com um único foco que é edificação do Seu Reino, seja ele de cunho evangelístico ou de serviço e estruturação da comunidade cristã.


Estou vendo pessoas usando seus talentos com mais garra em prol do Reino seja em forma de arte, seja no serviço, seja no dividir o que tem, seja na hospitalidade e por ai vai. Também vejo irmãos buscando com mais intensidade os seus dons: A palavra de sabedoria, a fé, dons de cura, profecia, discernimentos de espíritos e etc. Estou vendo pessoas respondendo a seus chamados ministeriais, uns sendo estabelecidos como Pastores outros como Mestres outros Evangelistas, outros Profetas... mas e os Apóstolos?! É engraçado como isso soa mal aos nossos ouvidos nos dias atuais, como esse nome tomou um sentido pejorativo, para alguns abomináveis para outros uma heresia.


Tenho sentido isso desde o dia 15 de Julho quando fui ordenado a Apostolo, algo novo, em alguns momentos reprovações em outros deboches e em outros vergonha própria, por que eu também fui consumido com o conceito de que ser um apostolo estava fora do limite dos nossos tempos, era algo inalcançável e quando alcançado, foi por pessoas que colocaram o chamado em descrédito. Em poucas ocasiões vi irmãos olharem pra mim e dizer: glória a Deus! Você é um escolhido do Senhor e que seja benção.


O ministério Pastoral se tornou a ambição, por que pra muitos o ministério ainda é um cargo e quanto mais você trabalha mais você sobe de nível na empresa, na coisa que chamam de igreja. Vejo poucos evangelistas que tem orgulho de serem quem são, poucos são os mestres que ensinam com amor, por que ainda não chegaram no topo da pirâmide, para ter um tratamento especial tem que ter o Pr. na frente do nome, se não você é só mais um. E quem foi que deu ao Pastor a autoridade máxima que o faz ser melhor que os outros? Por isso os pastores reprovam os apóstolos por que entendem que seu “grau maximo” foi superado, quando na verdade seu “grau” não existe.


Não são degraus! Estamos todos nivelados pelo mesmo Espírito do qual esta em todos e distribui seus dons deliberadamente a quem ele quer para o bem da comunidade, para que sejamos um corpo bem ajustado, para que não aja necessidades ou “furos” e estejamos todos seguros dentro do nosso Reino. (Ef 4:1-16)


Ser apostolo ou pastor ou mestre ou profeta ou evangelista não quer dizer ser melhor ou maior, quer dizer ter serviços diferentes quer dizer fazer o q outros não podem fazer e entender que tenho minhas limitações e que outros precisam ser estabelecidos para fazer aquilo que eu não posso. Um apostolo tem facilidade de deslocamento, abre caminho, um apostolo estabelece igrejas, forma pelo Espírito pastores, zela para que a doutrina não seja adulterada, é o menor entre a comunidade, por que se alguém tiver que ficar com fome ele é o primeiro, se alguém tiver que morrer, o que esta a frente com certeza é um alvo mais fácil, também tem seus momentos de fraqueza, também é humano, também peca, também chora. Mas em todas as coisas glorifica a Deus pelo que foi capacitado a fazer e não abre mão da sua vocação, ama a igreja do Senhor mesmo com todos os seus problemas, mesmo não sendo reconhecido por que isso não altera o que ele é, o Apostolado de Barnabé ate hoje por muito é ignorado e nem por isso ele deixou de ser citado como um (At 14: 14 e 1Co 9:6), a mesma graça que alcançou Paulo em 1Co 15 também alcançou Barnabé, me alcançou e esta alcançado muitos outros nos nossos dias.


Que não sejamos negligentes, mas que venhamos a assumir aquilo que nos foi dado pelo Espírito de Deus, Ele é soberano, Ele nos capacita. Um dia vamos chegar diante Dele e não daqueles que te menosprezaram. Reconheça quem você é em Deus, ame aquilo que foi te dado pelo preço que for, pague. Não existirá prazer maior do que chegar no ultimo dia e ouvir Deus dizer que te conhece pelo nome e que tudo que ele colocou na sua mão deu frutos e rendeu duas vezes mais.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pastor: Herói ou Vilão?


Dentre todas as funções exercidas na sociedade, a figura do Pastor é, sem sombra de duvidas a mais ambígua. Não é fácil definir um Pastor, definir digo, não em termos bíblicos, mas definir a partir de nossas emoções, de nossos afetos, de nossas vivencias. Isso porque os pastores carregam sobre si projeções as mais variadas e confusas do coração humano. Ora ele é um pai, ora uma mãe, um homem de Deus ou representante do capeta na terra; por vezes visto como santo; por vezes interpretado como um profano; alguém muito amado, alguém muito odiado; ódio as vezes com "razões de ser" ou ódio por transferência, pelo simples fato de, naquele momento, termos deslocado para ele inconscientemente, o pai que nos abandonou, o namorado que nos deixou, o marido que nos traiu, o politico que nos roubou e por ai vai... É, ser Pastor é complicado!
Alguém, sim, alguém um dia nos disse que o Pastor era um homem sem defeitos, sem pecados, sem crises familiares, sem desejos sexuais, sem tentações carnais, sem vontade de sumir na poeira, sem sentimentos tais como raiva, ódio, mágoas e frustrações. Alguém nos disse isso! Ainda estou a procura desse alguém. Isso porque não a coisa melhor do que poder olhar para um pastor e ver nele um HOMEM de Deus e não um Deus dos homens. Poder sentar com ele e pode compartilhar sobre musica popular, futebol, filosofia, amores e coisas do gênero que não necessariamente estejam na Bíblia, só pra deixar a conversa mais "espiritual". O Pastor é apenas alguém que carrega a insustentável leveza de ser. Alguém que confiou no seu chamado e seguiu adiante sem se preocuparem acertar sempre. Alguém que sofre crises, mas entende que nem mesmo as crises o afasta de sua vocação. Alguém que, antes ouvir do diabo a frase: "Desista de tudo" ele mesmo já falou isso mesmo pra si mesmo, então o diabo chega tarde demais nesta questão. Alguém que será sempre amado e odiado, sendo pobre ou rico, nunca agradará a todos, casado, separado ou solteiro, sempre levará o fardo das falências familiares da multidão. Alguém que, simplesmente porque soube que o "Verbo virou gente" arrisca a mostrar se como gente o tempo todo, mesmo correndo o risco de ser mal interpretado. Alguém que diante das caras feias, que muitas vezes não concordam com suas convicções, ainda assim não as muda só pra agradar a turma, e quando o faz, o faz por reflexão e maturidade que o leva a reconhecer seus equívocos.
O Pastor não é herói nem vilão, para surpresa de muitos! É apenas um homem! Falo como ovelha para tornar me isento neste dia e não ser suspeito em abordar o tema.!

Feliz dia do Pastor a todos os pastores!

A verdade está la fora.

Por: Pr Isaías Marcello

sexta-feira, 27 de maio de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

Meus heróis não morrem de overdose




Desculpa, mas pra onde estamos indo são poucos que suportarão ir, não dá pra levar todo mundo. Não por que somos egoistas mas por que muitos são incapazes. Lá não tem "prosperidade", não tem carruagem de fogo, não tem chave de carro importado, não tem ar condicionado, não tem "estabilidade". La os herois não tem helicópteros, não arrastam multidoes, não dão autógrafos, não tem cache, lá, os heróis morrem enforcados, apedrejados, cruscificados de cabeça pra baixo, não tem aonde reclinarem a cabeça, dão de graça o que receberam e também o que compraram, abrem mares, andam por cima da agua, são jogados fora da cidade dados como morto,, muitos abandonaram suas familias, trabalhos, casas, independencia para poderem ir, não esperam bençãos desse mundo, amam mais o próximo do que a si msm.

É PRA LÁ QUE ESTAMOS INDO.

Submissos



O MELHOR TRATAMENTO É A SUBMISSÃO.